A Associação Empresaria de Vila Verde (AEVIVER) promoveu esta noite de segunda feira, nas instalações do Instituto Empresarial do Minho (IEMinho), uma sessão de esclarecimento quanto aos futuros apoios comunitários 2020. António Marques, da Associação Industrial do Minho (AIMinho), António Vilela, edil de Vila Verde, e Mota Alves, da ATHACA, foram os convidados.

"As regras ainda podem mudar até 14 de fevereiro". Esta foi uma das conclusões dos três moderadores convidados que perspetivam um novo quadro de apoio comunitário mais do lado dos privados e menos público. "Este será um quadro comunitário de apoio à economia e à inclusão social. Vai deixar de lado os grandes investimentos públicos", disse António Marques, presidente da AIMinho.

Mota Alves, que desvendou que os apoios que aí vêm, e apesar de definidos, apenas podem chegar para o ano após aprovação das candidaturas, visam muito a agricultura. "Principalmente apoios a micro empresas", disse o presidente da direção da ATHACA, que acredita que os territórios rurais até podem tirar partido, com sucesso, desde novo QREN.

Para o edil de Vila Verde, e tendo e tendo em conta uma União Europeia mais do lado dos privados, anunciou a criação de um gabinete de apoio a projetos e a empresas que necessitem de orientação nas candidaturas. "Não nos queremos substituir, mas estaremos disponível para ajudar todos interessados em receber orientação estratégica nas candidaturas", afirmou António Vilela.

A sessão encheu por completo o auditório da IEMinho, onde os associados da AEVIVER não quiseram faltar à sessão de esclarecimento.