A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) realizou, ontem, na Vila de Prado uma jornada junto do comércio local que culminou com a realização da Assembleia Geral, decorrida no sobrelotado auditório da Junta de Freguesia. Foi, de acordo com os responsáveis da associação, "uma jornada extremamente profíqua, não só para fomentar contactos e relações de intercomunicação com os empresários locais sobre a realidade económica local, mas sobretudo para estabelecer pontes de colaboração para a cooperação no encontro de soluções e alternativas que ajudem a superar dificuldades e abrir novas portas de dinamização empresarial".
 
Perante mais de uma centena de empresários que quis marcar presença na Assembleia Geral, o presidente da direção da AEViVer, José Morais, começou por apresentar o relatório de contas de 2012, sublinhando o facto de a associação "prosseguir uma intensa atividade e um vasto programa de ações de apoio às empresas e dinamização do tecido empresarial do concelho, conseguindo fechar o ano com as contas todas pagas e sem recurso a quaisquer dinheiros públicos".
 
Do vasto conjunto de atividades que foram realizadas ao longo do ano, José Morais destacou a formação para empresários na área de gestão e administrativa. O elenco de atividades incluiu a assinatura de protocolos com associações empresariais internacionais e a realização de reuniões de trabalho com embaixadas e autarquias locais. O líder da AEViVer realçou o protocolo com a Associação Industrial de Moçambique (AIMO-FI) para apoio à instalação de empresas, o que "reforçou a capacidade de intervenção da associação vilaverdense no campo internacional".
 
A realização de campanhas de promoção e valorização do comércio local, a formalização de candidaturas a fundos nacionais e europeus, bem como a divulgação de programas comunitários de estímulo à criação de emprego e a formação ao nível das alterações no código de trabalho e regras de faturação, mereceram também nota de destaque na intervenção de José Morais.
 
O presidente da Junta da Vila de Prado, Paulo Gomes, interveio depois para apresentar programas comunitários para Micro e Pequenas e Médias Empresas, uma porta que os empresários podem utilizar para alavancar os seus negócios. O autarca local defendeu as oportunidades de apoio ao investimento disponíveis através dos programas Compete e Vale Empreendedorismo, direcionados para as PME's.
 
Por seu turno, os economistas Vítor Andrade e Nuno Sousa, do BPI, apresentaram as ofertas bancárias para empreendedorismo, comércio, agricultura e exportação, com spreads de 0 a 1,5%. Lançaram o repto para os empresários recuperarem a disponibilidade para consultarem a instituição bancária sobre apoios existentes para as empresas.
 
A finalizar, foi a vez dos empresários vilaverdenses Manuel Fernandes e João Cruzeiro - sócios de investimentos já implantados em território estrangeiro, nomeadamente em Moçambique - apresentarem estratégias para as empresas se implementarem em Moçambique, bem como estabelecer parcerias e oportunidades de negócio naquele país lusófono.
 
Visita ao comércio local angaria mais 55 sócios
 
Durante a tarde, o presidente e o vice-presidente da AEViVer, José Morais e Jorge Pereira, respetivamente, foram acompanhados pelo presidente da Junta da Vila de Prado, Paulo Gomes, e pelo comerciante local Manuel Gonçalves, num périplo de visitas a vários estabelecimentos comerciais ouvindo preocupações e opiniões de quem no terreno, se debate, todos os dias, com novos desafios.
 
O périplo terminou na  «Tipoprado», uma empresa de referência do concelho e em franca expansão comercial que originou, inclusive, a criação de novos postos de trabalho. Com esta visita, a direção da AEViVer angariou mais 55 sócios a juntar às cerca de quatro centenas que já fazem parte das fileiras da Associação.

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A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) vai proporcionar às empresas associadas um programa de formação e ações de consultadoria depois de aprovada uma candidatura conjunta ao 'Formação PME'. Direcionada para as micro, pequenas e médias empresas, a formação será completamente gratuita e dirigida por consultores e formadores seniores.
 
Os blocos formativos vão habilitar os formandos na preparação de dossiers de internacionalização, darão ferramentas para melhorar os processos de análise, planeamento e gestão bem como de outras necessidades identificadas pelas empresas.
 
Segundo o presidente da AEVIVER, José Morais, “a Associação Empresarial de Vila Verde pretende com estas medidas promover a competitividade das micro, pequenas e médias empresas  associadas proporcionando-lhes um desenvolvimento sustentado das suas formas de organização e gestão, aumentando o nível de qualificação dos seus ativos, especialmente preparação das mesmas para os mercados internacionais”.
 
De acordo com os dirigentes da Associação, a AEViVer “está a desenvolver uma estratégia de expansão global que passa por desenvolver parcerias económicas com países em zonas de forte crescimento”. “As empresas da região estão a passar por dificuldades económicas, prevendo-se que nos próximos dois anos não haja grandes melhorias. Por isso, a AEViVer tem, também, como missão explanada no seu plano de atividades, abrir portas e janelas de oportunidade globais para que os empresários possam expandir os seus negócios”, refere o presidente da AEViVer, José Morais, acrescentando que “mesmo quem já está implantado no terreno precisa de apoio, sobretudo logístico, na prossecução dos seus negócios”. “Este também é, por isso, um dos objetivos primordiais da AEViVer”, garante.
 
Moçambique, Timor, China, Paraguai são alguns dos países com quem a AEViVer já tem contatos empresariais e com os quais está a desenvolver uma estratégia global que “abrirá as portas de vários pontos do mundo aos empresários do concelho”, refere ainda José Morais.

Artigo publicado no Jornal Terras do Homem online, ver mais aqui. (14-02-2013)

 

Aproveitando a aproximação do final do ano de 2012, a Associação das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave ( ATAHCA) e a Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) dinamizaram uma sessão de esclarecimento intitulada 'As empresas e o Orçamento de Estado para 2013'.
 
Rui Bastos, inspetor tributário no serviço de Finanças de Braga e docente no Instituto Politécnico do Cávado e Ave, foi o orador convidado de uma sessão que pretendeu “esclarecer os empresários e demais profissionais da região acerca das alterações em matéria tributária que entram em vigor em janeiro de 2013”.
 
O número de participantes “superou as expetativas iniciais” da organização. Prevê-se, por isso, a realização de uma segunda edição, à partida agendada para fevereiro, que visa também “o esclarecimento de dúvidas concretas após a implementação das novas medidas”.
 
No encontro, destacou-se a mobilização de profissionais ligados à área da contabilidade, apostados em afirmar-se como agentes de dinamização do setor empresarial, de forma a promover mais valia económica na região.

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A segurança, a educação, a ação social e atividade profissional e empresarial da freguesia da Vila de Prado estiveram em debate na tertúlia ‘Presente e Futuro da Vila de Prado’ que teve lugar no salão da Junta de Freguesia local. Tratou-se, como o próprio nome indica, de uma debate em que foi analisado o presente e perspetivado o futuro da Vila de Prado.

De acordo com o presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Paulo Gomes, esta iniciativa – que foi animada pelo Grupo Coral Assanes – serviu ainda para abordar os projetos previstos para os próximos anos e analisá-los á luz da difícil conjuntura económica que afeta o país.

“Da parte do município, recebemos, nesse particular, indicações claras de que serão para manter e concretizar os compromissos assumidos”, afirmou o autarca, dando conta da participação do município na sessão, através do vereador António Zamith Rosas.

A sessão estava aberta a “todas das pessoas da terra e mesmo às que, sendo pradenses, estão a viver fora” para que estas pudessem “expor as suas ansiedades e visões quanto aos problemas e soluções que existem na e para a Vila de Prado”. A participação, defende Paulo Gomes, “foi muito satisfatória, quer por parte da população, quer por parte das forças vivas da freguesia”, ou seja, associações e tecido empresarial local.

No que diz respeito à educação, Paulo Gomes defende que é necessário dar continuidade a cursos de formação profissional na Vila de Prado, bem como ao ensino secundário. O alargamento ao ensino secundário é, desde há muito tempo, um desejo dos pradenses. “Não queremos um ensino secundário de segundo plano, mas sim um ensino de qualidade, que sirva Prado e as freguesias contíguas”, reforçou.

Em suma, o autarca defendeu que “o objetivo da tertúlia foi amplamente alcançado, já que se tratava de um projeto piloto”. “Como tal, continuaremos, nos próximos anos, a realizar mais sessões deste tipo, embora com temáticas mais específicas”, concluiu.

Na sessão participou ainda o pároco e pradense, padre José Alberto Peixoto, que teve a oportunidade de defender a importância da Igreja e da comunidade paroquial na história da Vila de Prado, mostrando-se ainda seguro do impacto positivo que terá sobre o futuro de Prado. Nesse sentido, valorizou a capacidade de trabalho e de intervenção, aos mais variados níveis, da comunidade paroquial e missão de valorização humana e social de cada cristão.

 
Dinamização empresarial

A dinâmica comercial e industrial da Vila de Prado, como pólo de desenvolvimento económico fulcral para o concelho, esteve em destaque no debate sobre o presente e o futuro da vila pradense. Com o presidente da Associação Empresarial de Vila Verde, José Morais, a participar no evento, ficou o compromisso de realizar a próxima assembleia geral da instituição na Vila de Prado. Será mais uma forma de vincar o esforço da AEViVer em assegurar um trabalho homogéneo e integrado em todo o território do concelho de Vila Verde. Face à forte componente empresarial do sul do concelho, a Vila de Prado assume um papel determinante para o concelho no que toca à dinâmica económica no contexto da região e da proximidade a Braga. Como espaço de partilha e rentabilização de recursos e potencialidades, a AEViVer foi apontada como parceira de referência para os empresários e instrumento importante para ajudar a superar a conjuntura nacional e internacional desfavorável.

 

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As obrigações de facturação nomeadamente no que respeita ao IVA, o novo benefício fiscal e a alteração dos bens em circulação são alguns dos temas que estão a ser debatidos na ATAHCA numa sessão de esclarecimento sobre as novas regras de facturação. Esta é uma iniciativa da Associação Empresarial de Vila Verde em Parceria com a Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem. «É importante passar este tipo de informação, o ano de 2013 traz muitas alterações no que diz respeito à facturação das empresas e é importante que a AEViVer preste este tipo de serviços aos associados e aos empresários», defendeu o Presidente da AEViVer, José Morais.
A sessão está a cargo do Inspector da Autoridade Tributária, Rui Bastos, que ao longo da sessão e no final vai tirar dúvidas aos presentes.

O eurodeputado José Manuel Fernandes aproveitou o workshop ‘Segurança no Comércio’ para desafiar a GNR a uma intervenção mais atenta aos acidentes de trator, com particular incidência no Minho. “Devemos ser a zona do mundo em que mais pessoas morrem em acidentes de trator. Temos que fazer alguma coisa”, afirmou José Manuel Fernandes, queixando-se que tem deparado com alguns problemas para ter acesso a números e estatísticas sobre este tipo de acidentes. O comandante distrital da GNR, Coronel Mota Gonçalves, manifestou-se sensibilizado para a questão e prometeu analisar o problema.

 

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