Os sacos de plástico vão começar a ser pagos a partir de 15 de Fevereiro, no valor unitário de oito cêntimos acrescido de IVA, alerta a Associação Empresarial de Vila Verde-AEVIVER, numa newslwetter enviada aos seus associados e à imprensa. Os comerciantes, que não sejam produtores ou importadores, poderão declarar até ao último dia útil do mês de Fevereiro de 2015, de forma voluntária, junto de qualquer Alfândega ou Delegação Aduaneira da Autoridade Tributária e Aduaneira e através da entrega de uma Declaração de Introdução no Consumo (DIC) a quantidade de sacos plásticos leves de que disponham, pagando a respectiva contribuição.

 

 

São considerados sacos plásticos leves aqueles compostos total ou parcialmente de matéria plástica, com alças e com espessura igual ou inferior a 50 microns, vendidos ou disponibilizados a título gratuito ou com custo associado, avulsos ou embalados.

 

Ficam isentos da contribuição os seguintes sacos plásticos leves: sacos sem alças, disponibilizados no interior do ponto de venda que se destinem a entrar em contacto ou estejam em contacto com os géneros alimentícios, incluindo o gelo; sacos utilizados em donativos a instituições de solidariedade social; que sejam objecto de exportação pelo sujeito passivo; ou que sejam expedidos ou transportados para outro Estado Membro da União Europeia pelo sujeito passivo ou por um terceiro, por conta deste.

 

A contribuição é paga ao Estado pelos produtores/importadores ou outros agentes económicos que introduzam os sacos de plástico no mercado nacional e o pagamento da contribuição deve ser efectuado até ao dia 15 do segundo mês seguinte ao trimestre do ano civil a que respeita a liquidação. Nos termos deste regime, prevê-se que a contribuição não seja liquidada sobre os sacos plásticos leves introduzidos no consumo durante o período de 30 dias após a publicação da Portaria que procede à regulamentação da contribuição (Portaria n.º 286-B/2014 de 31-12), ou seja, até 30 de Janeiro de 2015. Após 15 de Fevereiro, passa a ser exigível a contribuição aos adquirentes finais sobre os sacos plásticos leves disponibilizados.

 

«Deixe-se enamorar pelas montras e pelas lojas do comércio tradicional de Vila Verde. Estão convidados a entrar e a comprar cá; Vila Verde tem!». O «magnífico trabalho» desenvolvido pelas formandas e formadores do curso de vitrinismo promovido pela Associação Empresarial de Vila Verde – AEVIVER, em parceria com o IEFP, está agora exposto em 15 lojas da malha urbana/comercial de Vila Verde, avança a associação empresarial vilaverdense, em nota enviada à nossa redacção. As “Montras Namorar Portugal”, expostas desde o passado fim-de-semana, espelham a «excelência da formação ministrada pelos formandos do IEFP e a grande entrega e qualidade dos formandos, duas dezenas de comerciantes de Vila Verde que integram a referida formação», vinca Ana Almeida, vice-presidente da AEVIVER para as áreas da formação/qualificação-inovação.

O comércio de Vila Verde convida, por estes dias, a apreciar as suas montras e a comprar cá os presentes para o Dia de S. Valentim/Dia dos Namorados. «Temos a área comercial mais romântica do País e só podemos estar orgulhosos pela forma como os comerciantes se entregaram e se uniram para dar ainda mais encanto à iniciativa "Fevereiro-Mês do Romance"», adiantou José Carlos Silva, vice-presidente para o Comércio Tradicional, referindo ainda que «montras bem elaboradas são capazes de transmitir uma ideia, ou até mesmo uma sensação, aos potenciais clientes, valorizando os produtos expostos, criando imagens e aguçando os sentidos das pessoas que olham as vitrines, potenciando um sentimento propício à "compra"».

MONTRAS NAMORAR PORTUGAL – Curso de Vitrinismo

As "Montras Namorar Portugal 2015" enquadram-se no projecto de formação desenvolvido pelos formadores e formandas do curso de Vitrinismo que a AEVIVER está a promover desde o passado mês de Novembro e que termina no próximo mês de Abril. Está a ser dinamizado numa parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), com o apoio da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV).

Estão envolvidas 20 formandas/os, essencialmente lojistas das malhas urbana/comercial do Concelho de Vila Verde, com uma carga horária total de 150 horas. A vertente prática – como é visível nas montras agora exibidas – está muito presente.

DESFILE ACESSÓRIOS DE MODA

O projecto “Montras Namorar Portugal” vai estar em destaque no Desfile de Acessórios de Moda – acção enquadrada no Mês do Romance –, a realizar no próximo dia 28 de Fevereiro. Para além de uma exposição das montras no espaço do evento, será realizada a cerimónia de entrega de prémios às 15 montras participantes no âmbito do referido projecto.

MONTRAS / Espaços NP

À margem do trabalho que cada uma das lojas/espaços comerciais de Vila Verde está a desenvolver, com diferentes trabalhos alusivos às temáticas do Amor e Namorados, serão destacadas as 15 montras propostas, a saber: Galerias da Vila, Decor DAmélia, Casa Gomes Retrosaria &Pronto a Vestir, Glória Malheiro, Foto Felicidade Noivas, Foto Felicidade, Pimpolho, Paloma, Vilmoda, Lurdes Arantes, Fatimoda, Verdecenter, Halcon Viagens e Pastelaria da Vila.

Aproveitando a realização do 1º DishMob Vila Verde, foram ontem entregues os prémios aos vencedores dos Concursos de Montras de Natal da AEVIVER 2014, cuja iniciativa registou, segundo a Associação Empresarial de Vila Verde, «recorde de participação», próximo de 80 lojas aderentes. Luís Gonçalves, sócio-gerente da Foto Felicidade, recebeu das mãos do presidente da AEVIVER, José Morais, o prémio da montra vencedora. No 2º lugar ficou a montra produzida pelas Galerias da Vila, enquanto as montras da Fatimoda e da Sapataria Elo partilharam o terceiro posto. «Voltamos a registar uma forte adesão, mas o que se destaca é a qualidade, pelo que não foi fácil atribuir prémios aos melhores, pois a sua grande maioria exibia qualidade muito considerável», acentuou o vice-presidente da AEVIVER para a área do comércio, José Carlos Silva, que assinalou ainda o facto de «todo o concelho ter estado representado no concurso, com destaque para os núcleos urbanos de Vila Verde, Vila de Prado, Lage-Moure, Ribeira do Neiva e Pico de Regalados».

A votação foi tripartida: público (via online), com um “peso final” na votação de 30%; e os restantes 70% responsabilidade do júri constituído pelos representantes da AEVIVER, do IEFP-curso vitrinismo e do representante do Turismo Porto e Norte de Portugal. 

Foram ainda atribuídas outras menções: 

Prémio Inovação – Restaurante Palácio

Prémio Tradição: Feiras e Contrafeiras

Prémio Glamour: Magnólia | LP Vestuário

Prémio Destaque: Café O Ferreiro

A Direcção da Associação Empresarial de Vila Verde-AEVIVER esteve reunida, ontem, com a União de Exportadores da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), uma reunião preparatória para a assinatura de uma “Carta de Compromisso Bilateral” entre aquela importante União Empresarial, a Associação vilaverdense / Município de Vila Verde.

«A abertura de oportunidades para as pequenas e médias empresas do concelho e da Região nos PALOPS e a consequente ajuda no estreitamento de relações comerciais/empresarias com os países de língua portuguesa» estão entre os objectivos centrais traçados pelas entidades parceiras.

 

De acordo com fonte do organismo, a reunião preparatória aconteceu no final da tarde de ontem, tendo marcado presença o responsável para zona norte da UE CPLP, Orlando Carvalho. Ficou já agenda a assinatura da “Carta de Compromisso Bilateral”, para o dia 19 de Fevereiro, às 16h00, nos Paços do Concelho de Vila Verde, com as três entidades parceiras, representadas pelo Diretor Geral da UE-CPLP, Mário Costa, o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, e o presidente da AEVIVER, José Morais. 

 

ABRIR “PORTAS” ÀS PME 

Abrir “portas” e estabelecer contactos e canais oficiais de relações comerciais/empresariais estão na génese deste Acordo. «Acreditamos na cooperação entre entidades empresariais, governamentais e económicas, e na coorelação positiva quando trabalhada numa vertente de crescimento económico e exportação», avança o presidente da União de Exportadores da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), Mário Costa.

 

A UE-CPLP está representada nos seguintes Países: Angola, Guiné-Equatorial, Moçambique, Ilhas Maurícias, São Tomé e Príncipe, Portugal, Cabo Verde, Senegal, Moçambique, Brasil, Guiné-Bissau, Japão, Timor-Leste e Macau.

 

A soma dos PIB dos países da CPLP alcança um valor aproximado de 2,2 bilhões de dólares. Os países da CPLP têm cerca de 650 milhões de consumidores. A língua é um factor de aproximação; de resto, o Português é a 5ª língua mais falada no mundo.

 

OBJECTIVOS

No quadro do Acordo que está em preparação, ficarão estabelecidos alguns objectivos genéricos, avançam os organismos parceiros, em nota enviada à nossa redacção. Assim, ficam traçados as seguintes metas: «Divulgação e implementação de sistemas de incentivo à exportação; Prestação de serviços de aconselhamento empresarial direcionado para a exportação; Apoio à internacionalização de empresas; Realização de ações de qualificação profissional; Criação de redes de networking; Promover instrumentos de facilitação e desenvolvimento da atividade empresarial; Defender os interesses das empresas e empresários da CPLP; Criar uma força dialogante junto dos organismos oficiais, governamentais e económicos».

 

No mesmo quadro, «ficam alavancadas algumas linhas de actuação: Busca de parceiros de negócio, desenvolvimento de mercado, missões empresariais; Pesquisa e seleção de fornecedores; Visitação a feiras e prospecção comercial; Promoção de contatos e negociação com órgãos públicos; apoio e acompanhamento a processos de abertura de empresas; Elaboração de estudos de mercado e planos de negócio; Promoção e apresentação de portfólio de produtos e serviços; Acompanhamento local».

 

Vila Verde recebeu esta noite de quinta feira, no restaurante Palácio, o primeiro Dish Mob que juntou empresários de Vila Verde, através da AEVIVER, a discutir economia local. Com a presença do edil de Vila Verde, António Vilela, e o presidente da Associação Empresarial de Felgueiras, Nuno Fonseca, ficou claro que as sinergias entre empresas é caminho por percorrer. “Aquele tem coelhos e o outro tem casa de apostas. É preciso, então, criar um coelhódromo”, disse Nuno Fonseca, em tom de partida para uma conversa informal de empresários que querem desenvolver o concelho.

José Morais, presidente da AEVIVER e organizador do evento, com a parceria e experiência do Dish Mob Braga, salientou a importância do arranque do Dish Mobe Vila Verde. “Temos que potenciar o contacto informal entre empresários, de forma a conhecerem-se melhor e criar uma rede de negócios entre os presentes. Um networking”, destacou José Morais, que valorizou a presença de António Vilela, presidente da câmara. “O papel da câmara é importante. Pois é um agente económico que movimenta muitos milhares de euros e pode intervir directamente na economia local, por via da aquisição de produtos e serviços no tecido empresarial de Vila Verde. Também a presença é importante porque desta forma podem perceber melhor as necessidades das empresas e apoios que necessitam”, disse o presidente da AEVIVER.

António Vilela concorda com a visão de José Morais e destaca a importância de juntar os empresários com o poder local. “Ambos têm uma palavra a dizer no desenvolvimento do concelho. Sempre que os empresários se juntam, discutir os assuntos, a câmara tem que estar de forma a ouvir o que têm para dizer”, disse o presidente da Câmara de Vila Verde.

Já o "guest" de Felgueiras, Nuno Fonseca, destaca o empreendedorismo da iniciativa. “Vila Verde está no caminho certo e, em certa medida, muito à frente de alguns concelhos na área empresarial. Estas iniciativa comprava essa dinâmica, permitindo com que os empresários se cruzem localmente. Muitas vezes vamos longe buscar algo que precisamos, quando a solução pode estar na empresa ao lado”, disse Nuno Fonseca.

 

«O “Dish Mob” é um movimento informal daqueles que pretendem promover a economia regional, através da divulgação de produtos tradicionais, do apoio aos empreendedores, mas também do debate de ideias, da apresentação de sugestões e da partilha de dificuldades», assinala José Morais, presidente do organismo.